sábado, 26 de setembro de 2009
Valor
Agora você perdeu aquilo que sempre quis ter
Perdeu aquilo que estava na sua mão mas não queria ver
Se arrepende, em suas lágrimas que cãem dos seus olhos já vermelhos
Vermelhos incandecentes, vermelhos perceptíveis, vermelhos perpétuos.
Palavras foram jogadas pelas janelas de sua enorme casa
Os momentos foram pisados pelo seu sapato
As cartas estão queimadas
O amor nunca foi odiado como agora
E agora é que você aprende e arrepende
sábado, 19 de setembro de 2009
21 Guns
Do you know What's worth fighting for,
When It's not worth dying for?
Does it take your breath away
And you feel yourself suffocating?
Does the pain weight out the pride?
And you look for a place to hide?
Did someone break your heart inside?
You're in ruins
One, 21 guns
Lay down your arms
Give up the fight
One, 21 guns
Throw up your arms into the sky
You and I
When you're at the end of the road
And you lost all sense of control
And your thoughts have taken their toll
When your mind breaks the spirit of your soul
Your faith walks on broken glass
And the hangover doesn't pass
Nothing's ever built to last
You're in ruins
One, 21 guns
Lay down your arms
Give up the fight
One, 21 guns
Throw up your arms into the sky
You and I
Did you try to live on your own?
When you burned down the house and home?
Did you stand too close to the fire?
Like a liar looking for forgiveness from a stone
When it's time to live and let die
And you can't get another try
Something inside this heart has died
You're in ruins
One, 21 guns
Lay down your arms
Give up the fight
One, 21 guns
Throw up your arms into the sky
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
noɹıƃ opunɯ nǝɯ
'noɹıƃ opunɯ nǝɯ
noɔıɟ ǝnb ɯǝƃɐssɐd ɐnʇ
noɔɹɐɯ 'opuɐɯɹıɟɐ ǝ
noɯɹıɟɐ ǝs sɐuǝdɐ 'noʃɐqɐ oɐu
noqɐɔɐ oɐu ɹoɯɐ o ǝnb ıǝs sɐuǝdɐ
¿noʇsǝɹ ɐsıoɔ ɐɯnƃʃɐ ǝnb ɐɹǝs
'noʌ ǝpuo ɐɹɐd ǝ oɥuǝʌ ǝpuop
'nos nǝ ɯǝnb ǝ ɐɹoƃɐ ɐpıʌnp ɐ
'noɹıƃ opunɯ nǝɯ
Créditos : Marcelo Camargo :D
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Minha estrela alva
Da minha estrada escura
Luz dos meus olhos que não enxergam
Luz que clareia a escuridão
Luz que me mantém acordado
Luz que me faz sentir aquilo que não se descreve
Você é o Branco,
Do meu quarto escuro
Branco, dos meus poemas sem rima
Branco, do meu brilhar ao te ver
Branco, do meu sorriso
Branco, da minha Lua ao anoitecer
Você é o Claro,
Dos raios de sol
Claro, dos meus olhos ao acordar
Claro, do meu coração que palpita por você
Claro, do meu céu ensolarado
Claro, do fim do meu túnel
Você é a Luz, o Branco, o Claro.
Você é a Luz do meu viver
O Branco da minha existência
e o Claro do meu amor platônico
terça-feira, 28 de julho de 2009
Liberdade
É interessante observar como a luta do homem pela felicidade é paralela com sua luta pela libertação. Shakespeare dizia que o homem estava obedecendo outro para conhecer um tipo de liberdade. Nietzsche em 1885 lançou uma obra reflexiva sobre outro filósofo, onde afirma que o livre-arbítrio humano, guiados pelo seu pensamento o levará a liberdade. Marx dizia que o homem já tinha dominado a liberdade sobre as outras as espécies em relação à natureza, e que restava a esta mesma espécie lutar por ela entre si. Para Gandhi, a liberdade só seria conhecida perante a experiência de errar. Einstein dizia que a liberdade deveria ser assegurada por lei, para proteção de todo tipo de obra e seus autores, mas que a lei em si já é um ataque à liberdade, porque prevê punição. Estes homens não foram deuses, eles viveram menos de 80 anos cada, não podiam concretizar a liberdade e o caminho para tal. Mas, então, o que os inspirava a escrever sobre o estado de ser livre?
Apenas analise, se não fosse por esses homens que tomaram uma grande iniciativa em relação a liberdade, tanto de pensamento quanto física, estaríamos presos ainda. Presos a um governo deposta. Ficaríamos calados. Ficaríamos sem som. Seriamos escravos de nós mesmo. Sem a luta, nada somos. Digo-vos que nós só conhecemos o valor de uma amizade quando ela se vai, que só conhecemos o valor do sol nos dias de inverno, que amaremos nos apaixonar apenas nos momentos de solidão. Temos a causa e o efeito do homem amar a liberdade. O homem reconheceu seu valor durante o tempo de repressão, de medo, de pavor que dominaram grande parte da história escrita. De tempos em tempos o desejo de ser livre é manifestado pelo homem que tende a lutar por ela, seja individualmente, em grupo, como comunidade, tribo, raça ou nação.
A liberdade como desejo comum de todos não pode ser encarada com individualismo nem com sectarismo, e a história nos mostra o motivo. O desejo e a busca por liberdade geram ideais aparentemente perfeitos e completos, teorias extraordinárias que alimentam as mentes de todo tipo. Mas elas são apenas ilusões, feitas para acabar com a solidão ideológica. Tome por exemplo o comunismo: o ideal revolucionário, a transição do poder, a relação entre homem-trabalho, enfim, aparentemente sem erros e perfeito para a maioria das pessoas. Pessoas sinceras lutaram durante anos para que seus países fossem igualitários e racionais, fora do capitalismo que tende acabar com a história. Hoje os países que se autodenominam comunistas estão fora de serem países justos e igualitários. Pessoas se matam para sair de Cuba, cantores são boicotados na China, não existe liberdade espiritual em Laos e a Coréia do Norte depende do sistema comercial de outro país para sobreviver. O libertário de hoje é o tirano de amanhã.